quarta-feira, 14 de novembro de 2018

MÃE NA ESCOLA - UM POUCO MAIS SOBRE O BRASIL

A professora Deborah Borges e a A.E.I. Cristina Agostinho, do 2º período, do 1º turno, desenvolveram o projeto CONHECENDO O BRASIL
Uma das atividades desenvolvidas foi entrevistar Dayana, a mãe da aluna Atassandra que veio de Maceió no ano de 2017.
A entrevista se deu em 05 de outubro de 2018 com as seguintes perguntas:

Alunos - Como é o nordeste?
Dayana – O nordeste tem muitas praias, muitos rios e muitas cachoeiras. Tem muito colorido, mas também tem muita seca, que é feia e as pessoas só comem pão porque não tem água.

A - Quais bichos tem lá?
D - Lá tem muitos tipos de bichos: arara, cobra, mico...lá as pessoas criam o miquinho em casa e a arara também.

A – Quais as comidas que tem lá?
D – As comidas de lá são bem diferentes das comidas daqui. As comidas do dia-a-dia também. Lá come caranguejo, tapioca recheada com queijo e presunto. Bucho, as pessoas de lá comem muito e aqui se chama dobradinha. O sururu também é um marisco muito apreciado por lá.

A – É verdade que lá não tem água?
D – É verdade sim. No interior principalmente. Eu já morei no sertão. Para pegar água tinha que viajar a pé e carregar a água na cabeça, no balde. Quando as pessoas acham água, ela tem gosto de barro e é suja.

A – Lá tem animais perigosos?
D - Tem muitos animais perigosos. Os que mais aparecem são escorpião e cobra. A sucuri é muito perigosa e aparece muito nas portas das casas. Aranha venenosa também aparece muito.

A – Você já viu a cabra cabriola? Como ela é?
D – Graças a Deus eu nunca vi.

A – Lá tem muitas praias bonitas?
D – Tem muitas! (mostrou várias fotos)

A – Onde você morava tinha a festa do Bumba Meu Boi? Como é?
D – Tinha! Lá todo ano em junho e julho tem a festa do boi. O boi é grande, todo colorido. Eles contam muitas lendas, tem os índios.

A –Você já dançou “Baião?”
D – Já! Na escola eu sempre dancei nas festinhas. Lá é tudo muito folclórico. Também tem muito artesanato.

A – Quando você veio para o Sudeste?
D – Viemos no dia 1º de abril de 2017. Eu e a Atassandra viemos para cá porque me casei, mas acho que no ano que vem vamos voltar para lá.




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