quinta-feira, 25 de abril de 2019

Educação Infantil escreve carta


A turma de segundo período, da professora Deborah e da A.E.I Monique trabalhou o gênero textual: carta.
Ouviram a história: O carteiro chegou e a partir dela resolveram escrever uma carta para outra turma de segundo período da professora Raquel.



Foram a pé acompanhados de professores, supervisora educacional e alguns pais dos alunos.
Ao atravessarem a avenida encontraram um guarda municipal de trânsito que os ajudou na travessia.
Ao chegarem na agência dos correios foram recebidos por uma funcionária que colou o selo perto das crianças e os explicou que o selo mostra que a correspondência foi paga e está pronta para ser despachada, também carimbou a mesma e explicou que através dela se sabe a data do envio da correspondência.

Ao pagarem disse que o valor seria R$1,30 e como a professora tinha uma cédula de R$2,00, foi trabalhado a existência o troco.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

De onde vem as notícias? Educação Infantil visita uma emissora de rádio


Os alunos da professora Raquel Rosa e da AEI Cristina Agostinho, 2º período, comentaram na sala sobre o rompimento da barragem de Brumadinho que era mostrado na TV de vez em quando.
No dia 17 de março chegaram comentando o ataque à escola de Suzano. Estes comentários levaram a indagações da professora: De onde vem as notícias? As crianças não souberam responder.
Para solucionar a indagação, combinaram fazer um projeto com o tema citado. Visando solucionar a indagação convidaram Andréa, mãe da aluna Stéphanie que cursa jornalismo para uma entrevista. Assim descobriram que a notícia vem de onde acontece o fato que chega a nós pelos meios de comunicação.
A Andréa comentou que já trabalhou em uma rádio que é um dos meios de se divulgar as notícias e contou como era o local onde trabalhou.
Surgiu daí o interesse de visitar uma rádio local para ver como se dá o trabalho. A sugestão da aluna Laís, foi o programa Dário de Paula que é muito conhecido na região, o que foi acolhido com entusiamo pelos colegas.
Após a visita chegaram entusiasmados falando que gostaram muito do Dário de Paula, que é “muito legal, muito maneiro”, do local que é pequeno, que tem muitas pessoas que trabalham lá.




Falaram que o microfone de lá é diferente, é grande; que o computador tem várias cores na tela.
Em outro momento foram ao laboratório de informática para assistirem pelo Youtube o programa do qual participaram.

História & Matemática na Educação Infantil


A turma da professora Vanessa e da AEI Daniele do 1º período, ao trabalhar o projeto “As aves do Planeta” ouviu a história “A Galinha Ruiva”. Ao explorarem a mesma, surgiu a ideia de fazer como a galinha, um bolo de milho.
A professora trouxe uma receita do bolo citado e apresentou assim este gênero textual.


Com a receita foi possível trabalhar cálculos matemáticos, pois a professora comentou que a receita daria para fazer um bolo pequeno e que para todos comerem precisariam dobrar a receita. Assim desafiou as crianças: -Se na receita consta 1 lata de milho verde, quantas precisamos para duas receitas? As crianças responderam 2. Se pede 3 ovos, para duas serão necessários quantos? Responderam 6 e assim ocorreu até analisarem toda a receita.
As crianças colaboraram na confecção da receita colocando
os ingredientes no liquidificador.















Assim ao terminar de ser assado na cozinha da escola, o bolo foi degustado por todos.
 

 
A receita é a seguinte:

Bolo de milho da Galinha Ruiva
1 lata de milho sem água
1 lata de leite
3 ovos
1 lata de açúcar
1 lata de fubá
1 colher de fermento
½ lata de óleo
1 colher de farinha de trigo

Modo de fazer

Bata no liquidificador, depois misture o fermento, unte a forma com óleo e farinha de trigo.
Leve para assar até dourar.
Professora: Vanessa
AEI: Daniele


sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Família também faz experiência


O Cirandinha com o projeto Prevenção de Doenças, recebeu a visita do SESC, como citado em postagem anterior, que promoveu várias atividades com as crianças.
Uma delas foi plantar mudinhas de alface em um copinho de café que foi levado para casa.
Um tempo depois a aluna Raquel do Nascimento, da professora Carina e Auxiliar Camila, do 1º período trouxe toda feliz, fotos para mostrar como se encontrava o seu pé de alface.
Contou que a avó colocou terra em um pote maior e a criança cuidou jogando água diariamente.
A planta se desenvolveu, cresceu muito, mas segundo a criança não deu pendão, enfim, não deu sementes. Na conversa pudemos observar que na família houve um envolvimento, chegando a conversas que levaram a criança a saber que de acordo com o desenvolvimento a planta pode dar sementes, mas não foi o que havia acontecido até a data do envio das fotos.
Assim a família colaborou com a iniciação científica da criança. O cuidado, a observação e as análises.




Alguns dias depois a mãe enviou mais fotos e até vídeos mostrando que a experiência continuou e que chegaram a verificar a produção de sementes que se desenvolveram, foram colhidas e serão semeadas pela família.
A experiência da criança é muito mais significativa quando existe uma parceria da família com a escola.

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

MÃE NA ESCOLA - UM POUCO MAIS SOBRE O BRASIL

A professora Deborah Borges e a A.E.I. Cristina Agostinho, do 2º período, do 1º turno, desenvolveram o projeto CONHECENDO O BRASIL
Uma das atividades desenvolvidas foi entrevistar Dayana, a mãe da aluna Atassandra que veio de Maceió no ano de 2017.
A entrevista se deu em 05 de outubro de 2018 com as seguintes perguntas:

Alunos - Como é o nordeste?
Dayana – O nordeste tem muitas praias, muitos rios e muitas cachoeiras. Tem muito colorido, mas também tem muita seca, que é feia e as pessoas só comem pão porque não tem água.

A - Quais bichos tem lá?
D - Lá tem muitos tipos de bichos: arara, cobra, mico...lá as pessoas criam o miquinho em casa e a arara também.

A – Quais as comidas que tem lá?
D – As comidas de lá são bem diferentes das comidas daqui. As comidas do dia-a-dia também. Lá come caranguejo, tapioca recheada com queijo e presunto. Bucho, as pessoas de lá comem muito e aqui se chama dobradinha. O sururu também é um marisco muito apreciado por lá.

A – É verdade que lá não tem água?
D – É verdade sim. No interior principalmente. Eu já morei no sertão. Para pegar água tinha que viajar a pé e carregar a água na cabeça, no balde. Quando as pessoas acham água, ela tem gosto de barro e é suja.

A – Lá tem animais perigosos?
D - Tem muitos animais perigosos. Os que mais aparecem são escorpião e cobra. A sucuri é muito perigosa e aparece muito nas portas das casas. Aranha venenosa também aparece muito.

A – Você já viu a cabra cabriola? Como ela é?
D – Graças a Deus eu nunca vi.

A – Lá tem muitas praias bonitas?
D – Tem muitas! (mostrou várias fotos)

A – Onde você morava tinha a festa do Bumba Meu Boi? Como é?
D – Tinha! Lá todo ano em junho e julho tem a festa do boi. O boi é grande, todo colorido. Eles contam muitas lendas, tem os índios.

A –Você já dançou “Baião?”
D – Já! Na escola eu sempre dancei nas festinhas. Lá é tudo muito folclórico. Também tem muito artesanato.

A – Quando você veio para o Sudeste?
D – Viemos no dia 1º de abril de 2017. Eu e a Atassandra viemos para cá porque me casei, mas acho que no ano que vem vamos voltar para lá.




quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Cirandinha - 40 anos de história


São 40 anos de caminhada…
Riquíssima caminhada em direção a formação de nossas crianças em todos os aspectos, pois aqui elas dão seus primeiros passos fora da família. Aqui plantamos as primeiras sementinhas das ciências, das artes, das múltiplas linguagens. Aprendem também um pouco mais de como viver em comunidade, compartilhar, cumprir regras, colaborar na arrumação, respeitar o outro, enfim crescer como cidadãos. 
 
 
 

Para abrir a festividade cantamos o Hino Nacional.

Apresentamos todos os profissionais que são responsáveis atualmente pelo bom andamento dos trabalhos, pela boa formação de nossas crianças.


As crianças cantaram e nos encantaram com uma música em homenagem à nossa escola: Ciranda cirandinha.
Muitos passaram por aqui deixando muito de si e levando muito do que aprenderam e assim também fazem parte desta história.
O microfone ficou disponível para ex-alunos e funcionários aposentados se manifestarem e os depoimentos nos orgulharam. Falaram do carinho pela escola e do reconhecimento ao bom trabalho desenvolvido pela mesma.

 
 
 
 
 
Para que o mundo seja melhor depende de cada um de nós fazer a sua parte, afinal somos construtores deste nosso mundo. Ilustrando esta ideia as crianças cantaram a música “Depende de nós” do Ivan Lins

Houve uma linda apresentação de fanfarra com alunos das escolas Fernando de Noronha e Juracy Varanda dirigida pela professora de música Chimenia. A maioria dos alunos da primeira escola citada são nossos ex-alunos. 

 
 
E como não poderia deixar de ser, o momento que desejamos que a data feliz se repita por muitos e muitos anos, o momento do Parabéns para nossa escola foi acompanhado pela fanfarra.


Para a organização do evento contamos com a participação de algumas mães na ornamentação do pátio com bolas e arranjos.